Se o robô estiver do lado da Administração nas licitações?

Inteligência artificial nas aquisições

O uso de robôs pelos licitantes já é discussão antiga, alguns especialistas são inclusive favoráveis a liberação com o argumento de que com o maior avanço da tecnologia será cada vez difícil proibir e restringir o uso.

De acordo com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o robô é um componente de software desenvolvido para automatizar o envio de lances pelo fornecedor em um pregão, sem que o licitante precise navegar e acompanhar o processo. Essa ferramenta foi identificada a partir da leitura dos lances ofertados nas atas dos pregões eletrônicos, cada vez menores e com intervalos de milésimos de segundo. Já existem instruções normativas limitando tempo mínimo de lances, mas nada que o robô não possa se adequar.

Atualmente em algumas áreas o governo já utiliza a inteligência artificial para facilitar o trabalho, como robô Ulisses da Câmara dos Deputados que conjuga vários algoritmos de inteligência artificial, o que permite a articulação automática de diversos dados legislativos disponíveis no portal da Câmara e em vários sistemas da Casa e a robô Alice do Tribunal de Contas da União (TCU) que realiza varredura nos documentos publicados no Comprasnet.

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